Eu tenho que parar de refutar a possibilidade de endurecer a idéia de nunca abrir mão de mim por outro.
Sempre tive vários motivos pra levar isso em consideração. O principal, claro, é a minha mãe e o hábito de utilizar como forma de manipulação as coisas boas que me faz. Não sei por quê porra a minha personalidade não se desenvolveu contra isso resultando em um orgulho adjunto a um sentimento de independência exacerbado que por sua vez seria a lente com a qual veria o mundo no caso. Conheço muitas pessoas assim, a maioria por sinal, e sempre tratei essa forma de conduta com tolerância, principalmente quando já havia feito algo pela pessoa. Citaria vários exemplos... quem convive comigo sabe.
A atitude mais agressiva que sou capaz de tomar quando alguém me nega algo que lhe daria prontamente é conseguir mais de tal coisa e desprender-me entregando tudo. Busco assim jogar uma isca gigante para que o peixinho da consciência e do senso de companheirismo percebam. Isso porque acho que não se deveria implorar por uma caridade(não se deve!) por diversos motivos que vão desde o nivelamento das importâncias humanas na prática ao amor enquanto ideal ou sentimento gerador de atos harmônicos, pois ela deve ser feita automaticamente quando se percebe a necessidade do outro.