Sonhei que passeava com a V e o Tumaini na rua. Encontrávamos o R e ele me dava uma pílula de álcool. Falei que a V podia tomar e ela disse que não, porque já o havia feito uma vez e se arrependeu, pois teve que trabalhar no dia seguinte.
Chegamos em casa, 3 numa hora em que fui à cozinha, no escuro, U me dá um susto de surpresa e eu quase reagi violentamente, pois não consegui ver quem me tocou. S também tava lá, e fomos a geladeira, buscar Ousadia, já que a pílula tinha sido fraca pra mim e o efeito já tava passando. Voltando para o quarto, onde estavam V e Tuma, vi o vulto da P passar.
Uma chuva torrencial começou penetraram nos vãos da madeira do telhado aos jorros. A casa toda era de madeira antiga, exceto o chão. As paredes brancas e bem pintadas, o teto azul, revelava com através dos vazamentos, o motivo do desgaste. Chamei P, para que ela se abrigasse conosco no quarto e ela, que provavelmente queria fazer uma surpresa também, se revelou e concordou, abandonando a sanha e entregando-se ao estresse que o temporal causava.
A campainha toca, me fazendo sair de baixo do aguaceiro pra atender. Entre a porta do meu "apartamento" e a porta de ferro atrás da qual quem tocou a campainha estava, havia um grande salão, todo aos pedaços, com restos de madeira e entulho, como se o local houvera sido demolido anteriormente. Como se eu morasse nos restos de um lugar, uma ocupação possivelmente ilegal.
Ao abrir a porta de ferro, me deparo com minha mãe, conversando com alguém. No sonho, eu não a via há muito tempo. Ralhei por causa do sumiço, perguntando por quê não havia entrado em contato por tanto tempo, saiu e deixou o telefone dela em casa, desapareceu. Eu havia procurado em todos os lugares, mas ninguém tinha notícia.
Ela me pediu desculpas e disse que estava sendo bem cuidada em algum tipo de instituição. Foi quando notei que haviam várias pessoas uniformizadas em volta: umas comendo, outras conversando. Puxei assunto com alguns pra saber do que se tratava, qual era o endereço, com quem entrar em contato no caso de uma emergência... Pedi o número novo da minha mãe e chorei muito por ela não ter me ligado, já que tinha um celular novo. Ela me deu o número, dizendo que não tinha como ter entrado em contato antes, mas assim que deu, estava ali.
Na decorrer dessa conversa, a chuva foi passando.
Minha mãe parecia serena, como nunca foi.