Como se feita de confetes
derrama-se em volta de cada
e por entre todas as lâmpadas
que se acendem,
escorrendo colorida e granulada
sem fim
não se permitindo
às minhas passadas sobre o chão,
mas revoando ciclicamente
para manter o prazer
de seu toque deslizante
sobre meu rosto,
incessantemente.
Assim, sei,
ela faz
por haver.
Li de início seu nome
e acreditei retornar
ao que seria mais
intrinsecamente
concreto que ver
o que não se sente,
pois o que se sente
Faz-se.