Se preocupar em não machucar ninguém, em não ser idiota, egoísta, macho, é uma constante preocupação. Mas hoje percebi que quando sinto medo (MEDO!) de falhar com uma determinada pessoa [sensação que me traz recordações desagradáveis e que só agora passaram a ser associadas a esse medo (medo é o único afeto desagradável, outros afetos causam desagrado quando são consequência do medo) seja ela quem for (pessoa desconhecida,
" amiga,
" mãe,
" namorada)
e em que situação cronológica e espacial se alocar o evento, a corrente que segura a bola de ferro do mal estar se quebra... E esse mal estar eu conheço (mau), pois engatinha (engatilha) retornos que não mais são eternos.
Hoje V e I foram peruntadas por mim sobre nos encontramos no carnaval. Senti medo de falar com I e não senti com V.
Essa situação me fez refletir bastante sobre esse papo de hierarquização nas relações livres. Minha conclusão até o momento é que ser livre é ser livre e amar é amar. Sou tão sujeito quanto todo mundo e experimento como todo mundo. Mentira! Falei isso só pra dar uma sensação de resolução e curti a sensação por 3 segundos. Resolvi nada non.
Saparadaê. Valeu Exu! Te amo!