(...) quando ambos se regozijam (...)
(...) se dá a vicissitude de organizar-se em si e por si (...)
(...) ao indivíduo, assim como à dúvida de sê-lo (...)
(...) como o amor que aqui é compreensão e aceitação, nesta ordem exata,
a qual nos dá prazer, naturalmente, a criação.
(Rascunho antigo de 2009)