Quero aprender a mergulhar e fotografar,
mas penso nas duas coisas separadas normalmente.
Quero conduzir uma prosa como uma sucessão de frases musicais
e levar a intensidade que as palavras têm para mim aos outros.
Quero compartilhar o meu cérebro, mas este querer tem surgido como cobrança
e eu não quero cobrar.
Quero o que tenho e o que é fácil
porque o estresse tem sido uma constância.
Quero perto uns idos,
mas não quero listá-los.
Quero ser fraco como as pessoas que admiro,
mas acabo sendo franco como os fortes.