Aqueles pés pluma que tremiam o corredor de apreensão pela fresta que me permitia o vislumbre do rosto perfeito e do velho tecido azul pastel sobre a silhueta do biotipo perfeito e do sorriso e do cheiro de chocolate no cabelo e das pernas devotadas e da voz e do medo de perder e da autosabotagem e da tentativa e da constatação que ela teve e do fim e do início de tudo o que sou agora.
Aqueles pés que Atlas não seguraria como segurei e acariciei tantas vezes para que meu mundo permanecesse suspenso por eles naquelas pernas devotadas e naquela silhueta e naquele pescoço-ostensório do que mais amei, !, sob o cheiro de chocolate e através do rosto perfeito que me suportava como ele jamais seria capaz.