depois foi o medo de ter iniciado um erro que só o tempo mostraria, da forma mais dura como o faz.
Depois o medo de terminar, das mágoas do fim e da alcunha de vilão tão utilizada ultimamente.
Depois o medo do medo de haver impedido um botão de florecer,
e a certeza de ter impedido simplesmente, girando...
Nunca o medo da responsabilidade sobre meu falar, falhar,
por mais falho, falo, que ele possa ter sido.
Não há como ter certeza das coisas enquanto elas não acontecem,
e detesto dizer que essa foi a base do argumento (Internamente foi)...
Mas a base do sentimento que levou ao pensamento do argumento não há.
Não há base para sentimentos!
E a covardia que vem do medo é detestada de maneira sólida por mim.
Por isso nunca sinto medo da responsabilidade sobre meu falar, falhar,
por mais falho, falo, que ele possa ter sido.
Me parece covarde lidar com algo duvidoso agora,
você me pareceu toda dúvida
e eu seria covarde mudando isso, te fazendo minha,
enquanto eu não fosse seu,
mais do que colocando a faca na sua mão.
(18 de novembro de 2009)