23.9.09

Alguns depôs que não quero esquecer:

Ernie:
ao encontrar tal criatura me apaixonei!

amo-te irmão!

Ju C.:

E ao seu lado eu sou feliz …
Aprendi a ver beleza nos detalhes pequenos da vida e, assim, curtir os — às vezes, escassos — momentos de euforia que me proporcionaram. Hoje, sou desapegada a pessoas, lugares e/ ou objetos.
Haverá momentos em que parecerá que é insignificante na minha, que desprezo o que tem a me oferecer, que seus conceitos são fracos ou que não vejo suas qualidades.
No entanto, fico eufórica, pueril e incongruente quando estamos juntos. Alento um afeto violento por você. E, depois de anos, você é o único. Não sei lidar com isso.
Aprecio nosso “silêncio amigo”, atos adolescentes e devaneios aleatórios, que facilmente se misturam e penso que aquilo sim é a perfeição. Espero que veja além das palavras (que são inexpressivas) e perceba a sutileza dos meu gestos.
De qualquer forma, nada importa e ao seu lado eu sou feliz …

Dinda:

Fabinho, tu é motivo de muito orgulho pra mim. Apesar da distância e da vida louca, sempre te sinto presente. Aliás, você é um presente.

Engraçado como nos identificamos sem nunca termos convivido muito. Suas músicas, filmes, livros e afins são muito a minha cara também. Bacana essa energia que rola entre a gente...
Podemos nos frequentar mais. Internet taí pra reduzir distâncias e ampliar espaços. Vamos usá-la pra ficar pertinho, então.
Um grande beijo da Dinda.
 
Bua:
 
O que mais sinto falta?

Sua singularidade,
Sua imensidão,
Sempre.
É tão bom poder dividir risos com você,até porque algumas coisas só você compreende,alcança.
Te amo na Lua,na terra,no mar,além do infinito...

"Deixo tudo assim.
Não me importo em ver a idade em mim,
Ouço o que convém.
Eu gosto é do gasto..."
Você está no meu tempo...na idade de meus dias...
Quando a idade realmente arrebater-me...vc estará lá....na caixa de lembranças de meu coração...e o melhor; quem sabe até de corpo presente :)
Amigos são para todo o sempre.
E você será Bio

Sua amiga :
Bua

Ana:

é pura babação mesmo. daquelas bem cafonas. e eu to pouco me fodendo... ele me ensinou a enxergar pilastras onde só havia vultos, me mostrou músicas que podem ser reaprendidas e cores que se transformam, e claro, aprendi também a tomar cerveja. ou não.


eu acho que as vezes a gente se conhece como nenhuns outros dois, e noutras vezes somos desconhecidos andando de mãos dadas, porque somos pontos eletrônicos de all is full of love estourando em plena música e somos também alguém gritando madrugada adentro.

o fábio não tem dimensão do que ele é e de todos os talentos que ele comporta, talvez por isso, por essa simplicidade, ele seja ainda o tipo de pessoa que me faz ter vontade de chorar simplesmente porque descobriu algo no estranho mecanismo do mundo dos insetos, contemplando num fim de tarde uma teia, uma casa, verde, a voz dele e as memórias que de um tempo pra cá, a gente tem regurgitado juntos.

você sabe que.

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