(onde era mesmo?
aonde eu estava?
a frequência de aparecimentos fez com que eu me perdesse...
e no início era o tédio...
Ah! Lembrei!):
Lembrei do desinteresse por coisas anteriormente empolgantes,
Lembrei do quanto seria infinitamente mais desinteressante não possuir tal sintoma de depressão como muleta da minha inteligência aliada a criticismo.
Não sou exatamente um extrovertido. Minha imagem agora me denuncia
Com sua naturalidade,
Algo contra o qual lutei
Sem perceber durante tanto tempo
Com medo de que retribuíssem minha amizade
Com desprezo.
Sou Pessoal,
como a letra visceral da música que arrepia e/ou faz chorar.
O Furo no Buraco do Orifício não me descreve mas me alavanca ao auto-bem-estar
E eu cansei de lutas
E dos opostos em conflito
E da obesidade dos codinomes adotados pelos defeitos meus e de todos.
O que tem me atraído é a transfiguração da forma primariamente percebida para o REAL - e me faz muito feliz ela faça letras. O que tem me atraído mesmo é a realidade constatada do que sempre considerei REAL apesar de jamais haver experimentado.